A sigla menciona a representação de Erika junto ao MPF (Ministério Público Federal) para investigar o apresentador Ratinho e o SBT por declarações consideradas transfóbicas.
Segundo o Novo, “por conta disso, não poderia a deputada federal assumir algumas posições de poder que teriam sido criadas para representar os interesses e os direitos das mulheres”.
O deputado Luiz Lima (Novo-RJ) acrescenta:
“O Parlamento deve ser o espaço da pluralidade de ideias. Criticar autoridades é parte da democracia, e reagir a críticas com intimidação ou tentativas de censura é incompatível com o espírito democrático”, diz Lima.
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