Segundo Ventura, o novo texto encaminhou questões como a governança, a proteção de dados do paciente e o consentimento. “No caso da governança, entendemos que o setor privado precisa participar das discussões, porque o SUS não se sustenta sozinho. Ele depende da rede privada e, por isso, esses atores precisam estar à mesa para ajudar a decidir”, disse. Ela também afirmou que quer avançar no projeto, mas que depende da complexidade da agenda do Congresso.
Na conversa, a deputada também faltou sobre o PL de IA em tramitação na Câmara dos Deputados. O projeto está em fase de elaboração do relatório, e existe uma apreensão se a nova versão será respeitada pelo Senado. “O problema é que não adianta aprovar uma proposta na Câmara se ela voltar ao Senado e não houver acordo para sua aprovação”, afirma a deputada.
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