Para os parlamentares do Novo, o CMN extrapolou sua competência ao impor restrições amplas sem respaldo legal claro. Um dos pontos mais contestados é o trecho que veda a oferta e negociação de derivativos atrelados a eventos de natureza política, social ou esportiva. Na avaliação da bancada, a medida compromete o desenvolvimento de um segmento emergente que utiliza ferramentas de previsão para análise de cenários.
Autor do projeto, Gilson Marques fez críticas diretas ao governo federal ao comentar a iniciativa. Segundo ele, a restrição teria motivações políticas e limitaria o acesso da população a informações produzidas por esses mercados.
“Enquanto Lula derrete para segundo colocado e Zema dispara acima de 10%, a ideia do governo é fechar os sites e ocultar a informação da população. Iremos combater esse governo da censura”, diz Gilson.
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