Os parlamentares protocolaram uma representação no TCU e uma notícia de fato ao MPF, alegando que a utilização da estrutura de comando do INSS para organizar atividades político-eleitorais configura desvio de finalidade, conflito de interesses e afronta aos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa.
“O INSS existe para pagar aposentadorias em dia, não para fazer campanha para o presidente. Quando a cúpula da autarquia cria grupo de campanha e convoca os subordinados, o convite vira intimação: o servidor adere com medo de retaliação. É a máquina pública a serviço de um projeto de poder, e vamos cobrar responsabilização no TCU”, destacou Adriana Ventura.
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